Little bit of poetry to start off the day…
Pra começar o dia: poesia!
Tô de volta! E já vou me desculpando pela falta do “novo visual” prometido – não deu certo e acho que desisto de tentar aprender códigos java, html, etcs e tals…todo meu respeito pra quem mexe com isso e graças a Deus que vocês existem, é coisa-de-doido! hehe
A foto do poema é a vista que eu tenho da janela do meu quarto, e a inspiração pra ele veio de uma música da Nina Simone que instantaneamente surgiu na minha cabeça enquanto eu olhava o dia começar lá fora – Feelin’ Good:
http://www.youtube.com/watch?v=CJA69C6SlRk&feature=related
Não precisa nem dizer que eu adoro quando essas coisinhas acontecem…Me acordo, abro a janela por alguns segundinhos e todas as sensações, cores e sons se traduzem em música, e depois em palavras. A gente acorda tão apressado que às vezes nem presta atenção nesses pequenos detalhes.
Pode até parecer meio idiota – mas a partir de amanhã tente acordar, dar uma olhada lá fora, respirar bem fundo e dizer Bom Dia ao dia, à cidade, à felicidade…Garanto que você se sentirá preparado pra enfrentar o cotidiano com mais serenidade. E viva as férias, o verão, e não ter hora pra acordar! \o/
Em 2010, um…
Mais um ano passou, e por muitas coisas passamos. Com certeza ao fim de cada ano não somos mais os mesmos – mas será que conseguimos transformar as experiências, boas ou ruins, em aprendizados positivos para tornar-mos pessoas melhores? Pensando nisso decidi deixar pra vocês esse ‘Desafio’…E mais um abraço de Feliz 2010! ;*
Corpo são, mente sã…
…cora-são! Neste Natal se livre de tudo que faz seu coração doente, perdoe quem precisa ser perdoado, se livre das mágoas e exercite o amor ao próximo! Feliz Natal amigos e família, de longe e de perto, pois vocês são vitais pra saúde desse músculo que bate aqui! ;D Abraço beeeeeem apertado!
[uni]versando
Comecei com o Pôstersias, e acho que meu cérebro gostou da brincadeira. Desde lá venho escrevendo pequenos poemas, jogando com as palavras pra expressar lições que aprendi, coisas que observei, que senti, que percebi… Por aí e principalmente, em mim mesma. Esses tempos eu descobri como a cabeça da gente é realmente um poço sem fundo. De lá saem as coisas mais surpreendentes, basta você se tornar sensível ao meio em que está – pode ser em forma de poesia, música, desenho, pintura – cada qual à sua maneira. Se você ainda não achou a sua, não tenha medo de se jogar no poço pra descobrir.
A criação é infinita assim como o universo. E foi criando versos que eu encontrei mais uma ferramenta de imprimir essas inquietudes do meu também infinito ‘universo’ pessoal, o tal do poço sem fundo. Eles vêm na hora que querem, como querem, em francês, inglês, espanhol, o jeito que soar melhor. É estranho estar pegando no sono e ser acordado por um verso que quer ser escrito, ou tomar banho mais rápido só pra poder chegar logo no caderninho e anotar versos que acabaram ‘de sair’. Mas a gente acostuma e obedece…
Ainda continuando os metaforismos, agora levando pro lado arquitetônico da coisa – acredito que cada poema é como uma casa esperando pra ser aberta. Tem gente que circula pelo jardim, ou dá aquela olhada na frente e continuando andando. Então eu peço: não sejam meros transeuntes ao lerem um poema. Abram as portas, as janelas e percorram todos os lados – porque poema que é poema não tem só uma fachada. Leiam, releiam, decifrem. Tenho certeza que os melhores poetas não pensaram na metade das coisas que as pessoas descobrem dentro dos poemas deles!
Bem, comecei lá no universo e terminei na casa…tá na hora do pensamento pousar! Os que postei aqui ainda não são todos, falta tempo pra preparar o resto mas vou colocando aos poucos. Agora deixo os (uni)versos ai embaixo falarem o resto por mim! x)
[uni]versando
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Pois, ia!
Ao meu desejo de liberdade
Fotos: Caio Correia [http://www.flickr.com/photos/caiopb/]